A época de escovar os dentes, passar uma água na escova e deixá-la sobre a pia está acabando. Pelo menos é o que recomendam os dentistas, para quem a higienização malfeita desses objetos pode causar cárie, gengivite e outros problemas decorrentes da contaminação por microorganismos. ¹
Escovas dentais, após serem utilizadas para higiene bucal uma única vez, por 1 a 4 minutos, e armazenadas em condições usuais, podem se tornar contaminadas por diferentes tipos de bactérias, inclusive estreptococos do grupo mutans (microrganismos causadores da cárie), vírus, leveduras, parasitas intestinais, provenientes da cavidade bucal ou do meio ambiente.²
Essas são dicas práticas e econômicas de se efetuar a desinfecção das escovas, uma vez que o mesmo frasco de anti-séptico pode ser utilizado por todos os membros da família.²
Um dos principais estudos realizados pelos pesquisadores em prevenção na FORP é a análise de agentes antimicrobianos, que determinam quais deles são mais eficazes na eliminação de bactérias. São testados os componentes de produtos para esse fim já disponíveis no mercado. Nelson Filho afirma que, até agora, a clorexidina, em concentração de 0,12%, se mostrou o mais eficaz dos princípios ativos.³
As escovas dentais devem ser trocadas freqüentemente: em geral a cada 3 a 4 meses, desde que as mesmas sejam submetidas à desinfecção diariamente.²
Fonte:
1. Publicidade da Folha de São Paulo – www.folha.com.br
2. Santa Apolônia odontologia – www.santaapolonia.com
3. Portal Educacional – www.ciencias.seed.pr.gov.br